Assuntos sobre Terapia Funcional e Ortomolecular - Auriculoterapia - Iridologia - Terapia Floral - Medicina Tradicional Chinesa - Metafísica da Saúde - Terapias Integrativas e muito mais
domingo, 3 de maio de 2015
sexta-feira, 1 de maio de 2015
Massa de Panquecas sem Glúten
Fica uma delícia !

Um sucesso essas panquecas!
Ingredientes:
1 copo de amido de milho,
1/2 copo de farinha de arroz
1 ovo
1 copo de leite zero lactose (use o que quiser)
sal a gosto
Modo de fazer:
Bater todos os ingredientes no liquidificador.
Fica uma massa bem líquida.
Pincele óleo em uma frigideira anti aderente, retire o excesso e leve ao fogo baixo. Com uma concha coloque a massa na frigideira, gire a frigideira para que todo o fundo seja coberto pela massa. Não coloque muita massa, para que as panquecas fiquem fininhas. Deixe de 1 a 2 min. e vire do outro lado. Retire assim que ficar sequinha e vá colocando em um prato. Faça isso até terminar a massa.
Recheie como preferir !!!
Você pode colocar um molho por cima ou regar com um fio de azeite e polvilhar com queijo ralado.
Levar ao forno por uns 10 minutos
Retire e sirva!
Bom Apetite !!!
quarta-feira, 29 de abril de 2015
Vitamina D e exposição solar
Quinze fatos que você provavelmente nunca soube sobre vitamina D e exposição solar
A vitamina D evita a depressão, osteoporose, câncer da próstata, câncer da mama e até mesmo os efeitos do diabetes e da obesidade. A vitamina D talvez seja o nutriente mais subestimado no mundo da nutrição. Isso provavelmente por ela ser “gratuita”: seu corpo a produz quando a luz solar atinge a sua pele. As empresas farmacêuticas não podem lhe vender a luz solar, por isso não há promoção dos seus benefícios à saúde.
A maioria das pessoas não sabe destes fatos verdadeiros sobre a vitamina D:
A maioria das pessoas não sabe destes fatos verdadeiros sobre a vitamina D:
- A vitamina D é produzida pela pele em resposta à exposição e radiação ultravioleta da luz solar natural.
- Os saudáveis raios de luz solar natural que geram a vitamina D em sua pele não atravessam o vidro e, por isto, seu organismo não produz vitamina D quando você esta no carro, escritório ou em sua casa.
- É quase impossível conseguir quantidades adequadas de vitamina D a partir da dieta. A exposição à luz solar é a única maneira confiável para seu corpo dispor de vitamina D.
- Seria necessária a ingestão diária de dez copos grandes de leite enriquecido com vitamina D para obter os níveis mínimos necessários de vitamina D.
- Quanto maior a distância da linha do equador e o lugar onde você vive, maior será a exposição ao sol necessária para gerar vitamina D, pois depende do ângulo de incidência dos raios solares. Canadá, Reino Unido, a maior parte dos EUA estão longe do equador e maior parte do Brasil está perto do equador.
- Pessoas com a pigmentação escura da pele podem precisar de 20 a 30 vezes mais exposição à luz solar do que pessoas de pele clara para gerar a mesma quantidade de vitamina D. Por isto, também, o câncer de próstata é muito frequente entre homens negros – é a simples deficiência generalizada de luz solar.
- Níveis suficientes de vitamina D são essenciais para a absorção de cálcio nos intestinos. Sem vitamina D suficiente, seu corpo não pode absorver o cálcio, tornando os suplementos de cálcio inúteis.
- A deficiência crônica de vitamina D não pode ser revertida rapidamente. São necessários meses de suplementação de vitamina D e de exposição à luz solar para “reconstruir” os ossos e o sistema nervoso.
- Mesmo filtro solares fracos (FPS = 8) bloqueiam em 95% a capacidade do seu corpo de gerar vitamina D. É por isto que o uso constante de protetores solares provoca deficiência crítica de vitamina D.
- A exposição à luz solar não gera a produção excessiva de vitamina D em seu corpo, porque ele se auto-regula e produz apenas a quantidade que necessita.
- Se a pressão firme do seu osso esterno dói, você pode estar sofrendo de deficiência crônica de vitamina D.
- A vitamina D é “ativada” pelos rins e fígado, antes de ser usada pelo organismo e, por isto, doenças renais ou hepáticas podem prejudicar muito a ativação da vitamina D circulante.
- A indústria de protetores solares não quer que você saiba da necessidade de exposição ao sol, porque esta revelação significaria a queda nas vendas de seus produtos.
- A vitamina D é um poderoso “remédio” que o seu próprio corpo produz inteiramente de graça e sem necessidade de prescrição médica!
- Algumas substâncias denominadas “antioxidantes” aceleram muito a capacidade do organismo para lidar com luz solar, sem que ela nos provoque danos, também permitem que você fique exposto ao sol duas vezes mais tempo sem danos. Um exemplo de tais antioxidantes é a astaxantina, poderoso “filtro solar interno”. Outras fontes de antioxidantes similares são algumas frutas (açaí, romã, mirtilo, etc.), algumas algas e alguns crustáceos do mar (camarão, “krill”, etc.)
Doenças e condições causadas pela deficiência de vitamina D:
- A osteoporose é geralmente causada pela falta de vitamina D que provoca deficiência na absorção de cálcio.
- A deficiência de vitamina D na infância causa o raquitismo, falta de calcificação dos ossos.
- A deficiência de vitamina D pode agravar o diabetes tipo 2 e prejudicar a produção de insulina pelo pâncreas.
- Bebês que recebem suplementação de vitamina D (2.000 unidades por dia) tiveram um risco 80% menor de desenvolver diabetes tipo 1 durante os próximos vinte anos.
- A obesidade prejudica a utilização da vitamina D no organismo e obesos precisam de duas vezes mais vitamina D.
- A depressão, a esquizofrenia e os cânceres de próstata, de mama ovário e de cólon são frequentes em pessoas com deficiência de vitamina D. Portanto, níveis normais de vitamina D previnem estas doenças.
- O risco de desenvolver doenças graves como diabetes e câncer é reduzido de 50% a 80% através da exposição simples, à luz solar natural 2 a 3 vezes por semana.
- A depressão sazonal de inverno, muito comum nos países de clima temperado, é causada por um desequilíbrio da melatonina, devido à menor exposição ao sol.
- A vitamina D é utilizada no tratamento da psoríase, doença inflamatória crônica da pele.
- Deficiência crônica de vitamina D é muitas vezes diagnosticada erradamente como fibromialgia, porque seus sintomas são muito semelhantes: fraqueza muscular e dores.
Estatísticas chocantes da deficiência de vitamina D:
40% da população dos EUA,
32% dos médicos e estudantes de medicina,
42% das mulheres afro-americanas em idade fértil,
48% das meninas de 9 a 11 anos,
até 60% dos pacientes de hospitais,
até 80% dos pacientes do lar de idosos,
76% das mulheres grávidas e
81% das crianças delas nascidas, as quais terão, mais tarde na vida, maior predisposição ao diabete tipo 1, à artrite, à esclerose múltipla e à esquizofrenia.
32% dos médicos e estudantes de medicina,
42% das mulheres afro-americanas em idade fértil,
48% das meninas de 9 a 11 anos,
até 60% dos pacientes de hospitais,
até 80% dos pacientes do lar de idosos,
76% das mulheres grávidas e
81% das crianças delas nascidas, as quais terão, mais tarde na vida, maior predisposição ao diabete tipo 1, à artrite, à esclerose múltipla e à esquizofrenia.
O que você pode fazer:
A exposição sensata à luz solar natural é a estratégia mais simples, mais fácil e ainda uma das mais importantes para melhorar a saúde. Se mais pessoas lessem estas informações, poderíamos reduzir drasticamente as taxas de várias doenças crônicas. Incito-os que leiam o livro, “Vitamina D - Como um tratamento tão simples pode reverter doenças tão importantes" , pelo Dr. Michael Holick, para obter a história completa sobre a luz solar natural.
Recomendo por causa de sua grande importância na prevenção de doenças crônicas e melhoria da saúde, sem medicamentos ou cirurgias. Este pode ser o livro mais importante sobre saúde que você já leu. Se mais pessoas compreendessem estas informações poderia-se reduzir drasticamente as taxas de doenças crônicas no país e no mundo.
A exposição à luz solar é realmente uma das terapias de cura mais poderosas do mundo, superando de longe os melhores esforços de hoje, a chamada “medicina avançada”. Não há nenhuma droga, nenhum procedimento cirúrgico e nenhum procedimento de alta tecnologia que chegou sequer perto do surpreendente poder de cura da luz natural.
E você pode obtê-la gratuitamente. É por isso que ninguém está a promovê-la, é claro. ;)
Fonte original com texto completo: http://www.naturalnews.com/specialreports/sunlight.pdf (autor da tradução desconhecido).
domingo, 19 de abril de 2015
Remédio de Índio
Alguns dos medicamentos mais populares do mundo devem muito ao conhecimento indígena sobre a natureza. De lombriga a malária, a floresta ajudou a dar a cura
Era comum morrer de malária na Europa do século 14. Ninguém sabia como curar esse mal súbito caracterizado por febre alta, calafrios, dores no corpo e na cabeça – tudo acompanhado por um cansaço extremo. Incapazes de encontrar uma solução para a doença, a que mais matou na história da humanidade, os europeus a levaram às novas terras do outro lado do Atlântico. A malária veio a bordo dos navios negreiros, segundo uma recente e extensa pesquisa. E nunca mais saiu do continente.
No entanto, os europeus não esperavam encontrar nos índios a primeira arma minimamente útil contra o mal. Na América do Sul, os índios já usavam extrato da casca de cinchona para combater os sintomas. Funcionava. A ponto de jesuítas levarem mudas da planta à Europa. E depois, no século 18, dois químicos franceses, Joseph Pelletier e Joseph Caventou, isolaram a quinina, presente na cinchona. O feito proporcionou a popularização do remédio indígena e, de quebra, a invenção da água tônica, refrigerante de quinino, derivado da quinina.
Outros conhecimentos dos índios também viraram medicamentos de farmácia – e eles fazem parte, ainda hoje, da sua caixa de remédios. Mas antes é preciso saber que doença, para índio, é algo diferente. Não se cura apenas com remédio. Exige um ritual completo, com rezas e cantos. Qualquer problema de saúde envolve corpo, espírito e mente.
A causa da malária, como a ciência moderna descobriria mais tarde, não se resumia à picada do mosquito Anopheles contaminado com o protozoário Plasmodium. Para eles, é um problema espiritual, uma praga jogada por um inimigo ou por espíritos da natureza que foram desrespeitados. Só uma negociação bem-sucedida entre o curandeiro (à base ou não de alucinógenos) e o espírito causador da doença pode salvar o paciente.
“Existe uma tríade dentro do processo de cura xamânico: o poder da pessoa que conhece as palavras encantadas, as palavras em si, e a planta, que viabiliza a penetração daquela palavra”, explica Renato Athias, professor de antropologia na Universidade Federal de Pernambuco e pesquisador da medicina tradicional na região do rio Negro. Eles aprenderam o que é bom ou não com base em séculos de observação atenciosa do circo da natureza em ação. E por meio de testes empíricos.
O SEGREDO DOS ÍNDIOS
Em uma briga entre lagarto e jararaca, a cobra leva a melhor. A picada dela o deixa fraco, perto da morte. Mas ele é esperto: foge da briga e corre atrás de remédio. Mastiga umas folhas e dias depois fica forte novamente. O índio, na espreita, acompanha todo aquele processo. Se alguém for picado por uma jararaca, ele corre em busca daquela mesma planta mastigada pelo lagarto. Primeiro, testa o remédio. Se der certo, a planta entra na lista de medicações daquela aldeia. Foi assim que, ao verem animais machucados roçando em uma árvore, os índios descobriram o poder cicatrizante do óleo de uma árvore chamada copaíba, por exemplo.
O acúmulo de conhecimento se dá ao prestar atenção nas semelhanças entre formatos e cores das plantas e as doenças que elas combatem. Por exemplo, a madeira amarela de um tipo de abútua, uma trepadeira, e a seiva amarelada da caopiá, árvore também chamada de pau-de-lacre, são usadas para curar doenças no fígado. Em casos de tosse com sangue, comem Boletus sanguineus, um tipo de cogumelo vermelho. Já a raiz em formato de serpente da parreira-brava serve para curar mordida de cobra. E se for picada daquela jararaca, dá para se livrar do veneno com o sumo da planta Dracontium polyphyllum – as cores do caule lembram a pele da cobra.
Os índios repararam em outros detalhes, como no látex que sai da casca de algumas árvores. Exposto ao ar, o líquido parecia um verme. Logo, aquele podia ser um bom remédio para lombriga. “As formas indígenas de classificar remédios naturais são sofisticadas”, diz Maria Luiza Garnela, médica e antropóloga da Fundação Oswaldo Cruz na Amazônia. “Envolvem cheiros, identificação de resinas e semelhanças e diferenças entre plantas”.
Claro que nem toda semelhança dava certo. Esther Jean Langdon, professora de antropologia da Universidade Federal de Santa Catarina e especialista em saúde indígena, diz que era assim que se aprendia. “Eles observam o que funciona. Fazem essa comparação com a natureza, mas testam para saber se dá certo”, explica. “É nesse sentido que eles têm uma ciência, não com experimentos em laboratórios, mas na vida”.
A enfermeira Patrícia Rech, professora de saúde indígena na Universidade Federal de São Paulo, viveu no Parque do Xingu, em Mato Grosso, por cinco anos. Ela presenciou um exemplo disso. Certa vez, acompanhou um parto problemático. A placenta não saía, seria preciso aumentar as contrações. Mas não havia nenhum medicamento, e a farmácia mais próxima ficava a horas de distância. Assim que souberam do problema, as mulheres da aldeia correram mata adentro. Voltaram com um punhado de plantas nas mãos. Amassaram as folhas e deram o sumo para a paciente. Em meia hora, a placenta, enfim, saiu. Sem a ajuda de nada mais.
Outra história aconteceu com Maximiliano Menezes, do povo tukano, da região do rio Negro, no Amazonas. Ele levou o cunhado, picado por uma cobra, às pressas para um posto de saúde. Com a perna inchada e roxa até a altura do joelho, os médicos deram o veredito: seria transferido para Manaus e teria de fazer uma cirurgia de amputação. Um parente contou a Maximiliano sobre a eficácia de um tipo de cipó rasteiro para picadas. Ele extraiu o sumo da planta e passou no pé do cunhado. “Era para o médico autorizar a ida para Manaus na manhã seguinte. Mas o pé desinchou. O médico ficou surpreso. Era para amputar, mas ele melhorou”, lembra Maximiliano. Em três dias, o cunhado recebeu alta. Saiu caminhando.
NA SUA GAVETA. E ALÉM
Olhar para a ciência indígena pode ser o caminho mais curto para a produção de novos medicamentos. “Quando se parte de um conhecimento tradicional, usualmente, encurta-se pela metade o tempo necessário para fabricar um novo remédio”, diz o médico Clayton Coelho, que atua no projeto Xingu, da Unifesp. Uma pesquisa da Universidade da Paraíba analisou 23 especiarias usadas popularmente como remédios antimicrobianos. Depois de avaliar os efeitos, 40% das plantas tiveram suas propriedades comprovadas. Isso porque nenhum conhecimento surge do nada, sem qualquer embasamento.
É por isso que os cientistas não descartam medicamentos indígenas. E não estamos falando de tratamentos fitoterápicos, que estão no balaio dos tratamentos alternativos. Megahits das farmácias e blockbusters das receitas médicas têm herança popular.
É o caso da aspirina, que saiu da casca do salgueiro. Na Europa, o médico Hipócrates já receitava o chá com a casca e folhas da árvore para amenizar febres e dores de cabeça. Os índios americanos a utilizavam para o mesmo fim (e para muito mais: reumatismo, calafrios e dores musculares). Para transformar salgueiro em aspirina, a ciência isolou o ácido salicílico, aprendeu a sintetizá-lo e transformou a droga no analgésico mais popular do mundo.
Outro exemplo é a toxina d-tubocurarina, extraída do curare, veneno que os índios colocam na ponta das flechas para imobilizar caças. Ela virou relaxante muscular, usado por anestesistas durante cirurgias, principalmente para controlar convulsões. Já o jaborandi, árvore típica das regiões Norte e Nordeste, oferece os colírios de policarpina, que os índios usam há séculos para estimular a produção de suor. Por muito tempo, os médicos brasileiros (e alguns europeus) indicaram o remédio com o mesmo objetivo. Mais tarde, a ciência descobriu um efeito mais poderoso da policarpina: ela também funciona no tratamento de glaucoma.
Já remédios químicos que tratam arritmia e insuficiência cardíaca devem sua vida a uma planta ornamental de flores em forma de sininhos, a dedaleira. O chá dessa planta era feito pelos índios nativos dos Estados Unidos para um distúrbio na circulação do sangue que causa insuficiência do coração.
A lista é longa e se estende a outros continentes. Pesquisadores da Universidade do Sul da Califórnia tentam aproveitar os conhecimentos das parteiras africanas. Elas usam o chá de uma erva de flores violetas, a Oldenlandia affinis, para aumentar as contrações uterinas. E dá certo. Não à toa, os cientistas estudam modos de viabilizar a produção de remédios com kalata B1, composto proteico da planta.
O próximo passo é encontrar na natureza possibilidades de cura para nada menos que o câncer. Pesquisadores da Unicamp isolaram e sintetizaram componentes do óleo da copaíba, aquela dos poderes cicatrizantes citada no começo da reportagem. Deixaram os compostos em contato com células cancerígenas de vários tipos (ovário, próstata, rins, cólon, pulmão, mama, melanoma e leucemia). “Mostrou potencial como anticancerígeno”, diz o químico Paulo Imamura, orientador da pesquisa. Infelizmente, a ideia não saiu do papel, por falta de tempo e dinheiro. “Seria necessária uma longa pesquisa sobre como preparar em grande escala”, completa.
Nos EUA, outros pesquisadores estudam a eficácia do melão-de-são-caetano, muito usado contra doenças de pele. Apesar do nome, trata-se de um cipó. E agora, com testes em ratos, o estudo comprovou que o extrato da planta realmente ajuda a reduzir sinais de tumor.
Não se trata de uma via de mão única. Há – e sempre houve – intercâmbio de informações, mesmo que desfavorável à cultura indígena. Índios pernambucanos fazem, hoje, ritual de cura com aspirina na lista de remédios. Práticas tradicionais perdem espaço para a medicina moderna. Mas elas se adaptam. Como em Santa Catarina, onde o povo kaingáng, de Xapecó, rebatizou uma espécie de artemisia que tem efeitos antifebris. Deram a ela o nome de novalgina.
DA MATA À FARMÁCIA
Confira alguns métodos de cura tradicionais dos índios que viraram remédio.
IPECACUANHA
O que é - Planta comum na Bahia e em Mato Grosso
Princípio ativo - Emetina
Uso dos índios - Bronquite, disenteria e indução de vômito
Na farmácia - Remédios contra tosse e xaropes para indução de vômito
JABORANDI
O que é - Arbusto típico em regiões subtropicais
Princípio ativo - Policarpina
Uso dos índios - Estimular a produção de suor
Na farmácia - Curar glaucomas
SALGUEIRO
O que é - Árvore de climas temperado e frio
Princípio ativo - Ácido salicílico
Uso dos índios - Mal-estar, febre, reumatismo
Na farmácia - Mal-estar, febre
DEDALEIRA
O que é - Planta ornamental
Princípio ativo - Digoxina
Uso dos índios - Distúrbio na circulação do sangue que causa insuficiência cardíaca
Na farmácia - Arritmia e insuficiência cardíaca
CINCHONA
O que é - Arbusto comum na América do Sul
Princípio ativo - Quinina
Uso dos índios - Antitérmico
Na farmácia - Febre malárica
Para saber mais, leia Medicina Tradicional Indígena em Contextos (Vários autores, Funasa, 2007).
quinta-feira, 12 de março de 2015
Obrigado(a) X Gratidão
A origem da palavra obrigado como forma de agradecimento vem do latim obligatus, particípio do verbo obligare, ligar, amarrar.
É a forma abreviada da expressão fico-lhe obrigado, ou seja, fico-lhe ligado pelo favor que me fez.
Quando nos tornamos devedores de outrem por serviço que nos foi prestado, criamos um elo de ligação, mesmo que momentâneo.
Já a gratidão vem do latim “gratia”, que significa literalmente graça, ou gratus, que se traduz como agradável.
Significa reconhecimento agradável por tudo quanto se recebe ou lhe é reconhecido.
É uma emoção, que envolve um sentimento e portanto, não há obrigações, ligações ou amarrações.
terça-feira, 10 de março de 2015
PSICOLOGIA TRANSPESSOAL
1) O que é Psicologia Transpessoal?
A Psicologia Transpessoal é a Quarta força em Psicologia, mas ela não exclui as conquistas da Psicologia Clássica, ao contrário, ela integra e amplia este conhecimento, mas ela se diferencia das demais forças da Psicologia porque vê o homem como um ser espiritual, como um ser que pode ter experiências culminantes e que estas experiências são saudáveis.
A Psicologia Transpessoal também pode ser definida como o estudo científico e empírico dos estados expandidos de consciência, estados estes que vão além do ego e transcendem os limites do tempo e espaço.
2) Quais os elementos estruturais da Teoria Transpessoal?
Conceito de unidade – É um nível onde não existe dualidade, tempo ou espaço. Neste nível o todo contém as partes e as partes contém o todo, não há como separar sujeito e objeto.
Conceito de vida – Nascer, morrer e renascer fazem parte de uma seqüência evolutiva chamada de vida. Não há um começo ou fim para a vida, ela é um processo onde o indivíduo se desenvolve.
Conceito de ego – O ego é uma construção mental que separa o espaço em eu e outro e é necessário para operacionalizar a vida, mas que para a psicologia transpessoal ele precisa se dissolver circunstancialmente para que o indivíduo se torne uno com tudo.
Estados de consciência – Existem cinco principais padrões de consciência e dois padrões intermediários, sendo que cada um deles permite a percepção de um nível da realidade.
Cartografia da Consciência - São os diferentes conteúdos da consciência, Kenneth Ring dividiu em nove regiões: três destas regiões são pessoais, uma é de transição e outras cinco são as regiões transpessoais da consciência.
3) A Psicologia Transpessoal é constituída por dois eixos:
Eixo Experiencial:
É a vivência das funções R.E.I.S, além de ampliar a percepção da realidade, esse experienciar favorece o surgimento de níveis superiores da consciência.
Na vivência dá-se a ampliação do fato trazido pela cliente, do seguinte modo:
Pela razão descrevendo o fato;
Pela emoção deixando que os sentimentos se manifestem;
Pela intuição permitindo associações livres;
Pela sensação deixando o corpo sentir os sintomas.
Eixo Evolutivo:
Ampliando a percepção da realidade com o eixo experiencial possibilita o surgimento do eixo evolutivo, onde um estado mental mais elevado (supraconsciente) emana insights que resolvem, transcendem conflitos surgidos num nível mais baixo (psicodinâmico, ontogenêtico ou transindividual).
Vindo a tona esta ordem mental superior, fará com o indivíduo dê um sentido evolutivo desta experiência com a sua vida, com o planeta e com o cosmo. É a integração.
4) A Psicologia Transpessoal busca a percepção e a atualização da experiência do indivíduo através de quatro funções psíquicas no eixo experiencial:
São as funções: Razão, Emoção, Intuição e Sensação, que formam a palavra REIS.
Na Psicologia Transpessoal busca-se ampliar a percepção da realidade e emergir níveis superiores de consciência através da estimulação destas quatro funções no cliente, possibilitando que o indivíduo tenha um processo catártico.
Razão: O cliente descreve o fato;
Emoção: O Terapeuta pede que o cliente entre em contato com a emoção que este fato gerou;
Intuição: O Terapeuta pede que o cliente faça associações com o seu passado e as perspectivas futuras;
Sensação: Pedir ao cliente para que tenha, sinta novamente e amplie as sensações que o fato gerou.
5) Existem recursos utilizados no nível auxiliar ou adjunto, que favorecem o desenvolvimento do ser humano, que são:
Meditação – Reduz o stress e pode até favorecer a cura de doenças cardíacas;
Yoga – Equilibra a produção dos hormônios, harmoniza todo o metabolismo fisiológico e as emoções e aumenta as defesas imunológicas;
Relaxamento – Desfaz as contrações no corpo, pacificando-o, consequentemente, favorecendo a quietude da mente;
Concentração – É fixar e manter a atenção para uma coisa só, a fim de reduzir o fluxo incessante de pensamentos, promovendo uma pacificação interior.
A Psicologia Transpessoal é a Quarta força em Psicologia, mas ela não exclui as conquistas da Psicologia Clássica, ao contrário, ela integra e amplia este conhecimento, mas ela se diferencia das demais forças da Psicologia porque vê o homem como um ser espiritual, como um ser que pode ter experiências culminantes e que estas experiências são saudáveis.
A Psicologia Transpessoal também pode ser definida como o estudo científico e empírico dos estados expandidos de consciência, estados estes que vão além do ego e transcendem os limites do tempo e espaço.
2) Quais os elementos estruturais da Teoria Transpessoal?
Conceito de unidade – É um nível onde não existe dualidade, tempo ou espaço. Neste nível o todo contém as partes e as partes contém o todo, não há como separar sujeito e objeto.
Conceito de vida – Nascer, morrer e renascer fazem parte de uma seqüência evolutiva chamada de vida. Não há um começo ou fim para a vida, ela é um processo onde o indivíduo se desenvolve.
Conceito de ego – O ego é uma construção mental que separa o espaço em eu e outro e é necessário para operacionalizar a vida, mas que para a psicologia transpessoal ele precisa se dissolver circunstancialmente para que o indivíduo se torne uno com tudo.
Estados de consciência – Existem cinco principais padrões de consciência e dois padrões intermediários, sendo que cada um deles permite a percepção de um nível da realidade.
Cartografia da Consciência - São os diferentes conteúdos da consciência, Kenneth Ring dividiu em nove regiões: três destas regiões são pessoais, uma é de transição e outras cinco são as regiões transpessoais da consciência.
3) A Psicologia Transpessoal é constituída por dois eixos:
Eixo Experiencial:
É a vivência das funções R.E.I.S, além de ampliar a percepção da realidade, esse experienciar favorece o surgimento de níveis superiores da consciência.
Na vivência dá-se a ampliação do fato trazido pela cliente, do seguinte modo:
Pela razão descrevendo o fato;
Pela emoção deixando que os sentimentos se manifestem;
Pela intuição permitindo associações livres;
Pela sensação deixando o corpo sentir os sintomas.
Eixo Evolutivo:
Ampliando a percepção da realidade com o eixo experiencial possibilita o surgimento do eixo evolutivo, onde um estado mental mais elevado (supraconsciente) emana insights que resolvem, transcendem conflitos surgidos num nível mais baixo (psicodinâmico, ontogenêtico ou transindividual).
Vindo a tona esta ordem mental superior, fará com o indivíduo dê um sentido evolutivo desta experiência com a sua vida, com o planeta e com o cosmo. É a integração.
4) A Psicologia Transpessoal busca a percepção e a atualização da experiência do indivíduo através de quatro funções psíquicas no eixo experiencial:
São as funções: Razão, Emoção, Intuição e Sensação, que formam a palavra REIS.
Na Psicologia Transpessoal busca-se ampliar a percepção da realidade e emergir níveis superiores de consciência através da estimulação destas quatro funções no cliente, possibilitando que o indivíduo tenha um processo catártico.
Razão: O cliente descreve o fato;
Emoção: O Terapeuta pede que o cliente entre em contato com a emoção que este fato gerou;
Intuição: O Terapeuta pede que o cliente faça associações com o seu passado e as perspectivas futuras;
Sensação: Pedir ao cliente para que tenha, sinta novamente e amplie as sensações que o fato gerou.
5) Existem recursos utilizados no nível auxiliar ou adjunto, que favorecem o desenvolvimento do ser humano, que são:
Meditação – Reduz o stress e pode até favorecer a cura de doenças cardíacas;
Yoga – Equilibra a produção dos hormônios, harmoniza todo o metabolismo fisiológico e as emoções e aumenta as defesas imunológicas;
Relaxamento – Desfaz as contrações no corpo, pacificando-o, consequentemente, favorecendo a quietude da mente;
Concentração – É fixar e manter a atenção para uma coisa só, a fim de reduzir o fluxo incessante de pensamentos, promovendo uma pacificação interior.
Atendimentos no Espaço ClariOM com:
PAULO SÉRGIO OLIVEIRAH
- Pós graduado em Psicologia Transpessoal
- Professor de Hatha e Raja Yoga
- Trainner da Oneness (Chenai - Índia)
- Apresentador do programa Rennovar (sábados as 18:30 hs na Rádio Mundial)
Espaço ClariOM
Rua Mariz e Barros, 343 - Jd. da Glória (entre aclimação e ipiranga)
sexta-feira, 6 de março de 2015
7 frases budistas que vão mudar sua maneira de ver a vida
Muitos de nós costumamos nos referir ao budismo mais como uma filosofia de vida do que como uma religião.
O budismo é uma das religiões mais antigas que existem, e ainda é praticada por cerca de 200 milhões de pessoas em todo o mundo.
Qual é o segredo desta filosofia?
A simplicidade de como são transmitidas mensagens cheias de sabedoria, que permitem realmente melhorar nossa qualidade de vida, é o que faz com que essa filosofia ou religião perdure ao longo do tempo e continue ganhando seguidores.
Para entendê-la e abraçar seu verdadeiro significado, não precisamos nos tornar seguidores da religião. Somente precisamos abrir nosso coração e nossa mente, mantendo sempre a esperança.
Hoje apresentamos a vocês as melhores frases budistas que vão mudar a sua vida, INDEPENDENTEMENTE da sua religião ;)
- A dor é inevitável, o sofrimento é opcional.
Levando em consideração que as pessoas só podem nos machucar se souberem ao que damos importância, evitar o sofrimento inútil pode consistir, simplesmente, em dar um passo para trás, em se desligar emocionalmente e ver as coisas sob outra perspectiva.
Isso requer prática e tempo, mas vale a pena carregar consigo este grande aprendizado. Como guia, outra frase budista nos dá uma pista de como começar: “Tudo o que somos é resultado do que pensamos; está baseado em nossos pensamentos e está feito deles”.
- Alegre-se porque todo lugar é aqui e todo momento é agora.
Costumamos pensar apenas no passado ou estar excessivamente preocupados com o futuro. Isso nos impede de viver o momento e faz com que nossas vidas passem sem que tenhamos consciência disso. O budismo nos mostra oaqui e o agora. Portanto, devemos aprender a estar plenamente presentes e desfrutar cada momento como se fosse o último.
- Cuide de seu exterior tanto quanto cuida de seu interior, pois tudo é um só.
Para encontrar um verdadeiro estado de bem estar, é imprescindível que a mente e o corpo estejam em equilíbrio. Não nos concentrar muito no aspecto físico e, reciprocamente, no aspecto interior, nos ajudará a nos sentir mais plenos e conscientes do aqui e do agora, facilitando, assim, uma plenitude emocional mais valiosa.
- Vale mais a pena usar chinelos do que cobrir o mundo com tapetes.
Para encontrar nossa paz interior, precisamos ser conscientes dos nossos potenciais pessoais e aprender a dosá-los, assim como nossos recursos. Desta forma, viveremos um verdadeiro crescimento e evolução.
- Não machuque os outros com o que te causa dor.
Essa frase é uma das máximas do budismo, e nos permite eliminar quase todas as leis e mandamentos morais atuais em nossa sociedade. Tendo um significado parecido com o da frase “não faça com os demais o que não gostaria que fizessem com você”, esta quinta reflexão vai muito além, já que consiste em um profundo conhecimento de nós mesmos e numa grande empatia para e com os demais.
- Não é mais rico aquele que mais tem, senão aquele que menos necessita.
Nosso desejo de ter sempre mais, tanto no plano material, como no emocional, é a principal fonte de todas as nossas preocupações e desesperanças. A máxima do budismo se baseia em aprender a viver com pouco e aceitar tudo aquilo que a vida nos dá no momento. Isso nos proporcionará uma vida mais equilibrada, reduzindo o estresse e muitas tensões internas.
O fato de desejar mais coisas a todo o tempo indica somente falta de segurança, e mostra que nos sentimos sós e que precisamos preencher estes vazios. Sentirmo-nos a vontade com nós mesmos nos permite deixar para trás a necessidade de não ter que demonstrar nada.
- Para entender tudo, é preciso esquecer tudo.
Estamos, desde pequenos, imersos numa contínua aprendizagem. Na infância, nosso mapa mental ainda não está desenhado, o que nos faz sermos abertos a “tudo” e à capacidade de entender qualquer coisa, pois não sabemos julgar.
Mas a medida em que crescemos, nossa mente se enche de restrições e normas sociais que nos dizem como devemos ser, como devem ser as coisas, e como devemos nos comportar, inclusive o que devemos pensar. Nos tornamos inconscientes de nós mesmos, então nos perdemos.
Para mudar e ver as coisas sob uma perspectiva mais saudável para nós, precisamos aprender a nos desligar das crenças, dos hábitos e das ideias que não provêm do nosso coração. Para isso, esta frase budista servirá para começar o processo: “No céu não há distinção entre leste e oeste, são as pessoas quem criam essas distinções em sua mente e então acreditam ser a verdade”.
Fonte: A mente é maravilhosa
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