sexta-feira, 10 de maio de 2013

Jabuticaba


 
Rica em vitamina C, vitaminas do complexo B e antocianinas.

A jabuticaba contém vitaminas do complexo B que evitam problemas de pele, queda de cabelo e reumatismo.

Casca: sua coloração escura tem pectina em níveis interessantes para diminuir o colesterol e ainda, a antocianina, um antioxidante também presente na uva e na amora, que evita a produção de radicais livres. Um dado interessante é que consumidores de antocianina têm menor incidência de problemas coronários e tumores.

Polpa: rica em ferro, fósforo, vitamina C, niacicina (vitamina B3) que facilita a digestão e auxilia na eliminação de toxinas.
 
Valor Calórico: 100 gramas do fruto possui, em média, 50 calorias.

Sua árvore, a jabuticabeira, é nativa do Brasil e costuma medir entre 6 e 9 metros.
O fruto cresce grudado aos troncos da árvore, tem formato arredondado e é de cor arroxeada.

Prefira as frutas firmes, brilhantes e sem rachaduras.Por ser uma fruta rica em açúcar, a fermentação da jabuticaba inicia logo após sua colheita, o que compromete o sabor e o valor nutricional da fruta. Então, o ideal é consumi-la assim que colhida. Consumir a fruta em suco é a opção mais saudável, pois se aproveita a antocianina presente na casca.

Por ser uma fruta brasileira, é muito comum encontrar jabuticabeiras nos quintais de casa. Encontrar em mercados é bem mais difícil, se quiser comprar, procure em feiras livres. Ainda assim é difícil, isso porque a jabuticaba é ainda uma exclusividade de pomares caseiros. A colheita e conservação da fruta são precárias, já que a jabuticaba inicia sua fermentação logo após a colheita.

Depressão e baixos níveis de Vitamina D



Os baixos níveis de vitamina D já estão associados a uma sucessão de problemas de saúde desde doenças cardiovasculares até doenças neurológicas.
 
A presente pesquisa – publicado na Mayo Clinic Proceedings – ajuda a esclarecer um debate que surgiu depois que estudos menores produziram resultados conflitantes sobre a relação entre a vitamina D e a depressão. O transtorno depressivo maior afeta cerca de um em cada dez adultos nos EUA. 
 
“Nossas descobertas sugerem que a triagem para os níveis de vitamina D nos pacientes deprimidos – e talvez de triagem para depressão nas pessoas com níveis baixos de vitamina D – podem ser úteis. Mas ainda não temos informações suficientes para recomendar sair e tomar suplementos”, disse Sherwood Brown, professor de psiquiatria e autor sênior do estudo, que foi feito em conjunto com o Cooper Institute, em Dallas.
 
Os pesquisadores da UT Southwestern examinaram os resultados de quase 12.600 participantes desde o final de 2006 até o final de 2010. Brown e seus colegas do Cooper Institute descobriram que os níveis mais altos de vitamina D estão associados a um risco significativamente reduzido de depressão atual, particularmente entre as pessoas com histórico prévio de depressão.
 
 
 
Níveis baixos de vitamina D foram associados com sintomas depressivos, particularmente entre aqueles com um histórico de depressão, assim, deve ser importante avaliar os níveis de vitamina D dos pacientes de cuidados primários com um histórico de depressão.
 
Os cientistas ainda não determinaram a relação exata – se o nível baixo de vitamina D contribui para os sintomas de depressão, se a depressão em si contribui para diminuir os níveis de vitamina D, ou quimicamente como isso acontece.
 
Mas a vitamina D pode afetar os neurotransmissores, os marcadores inflamatórios e outros fatores, o que pode ajudar a explicar a relação com a depressão, disse Brown, que lidera o programa de pesquisa psiconeuroendócrina da UT Southwestern.
 
Os níveis de vitamina D agora são comumente testados durante a rotina de exames físicos, e eles já são aceitos como fatores de risco para uma série de outros problemas médicos: doenças auto-imunes; doenças cardíacas e vasculares, doenças infecciosas; osteoporose, obesidade, diabetes, determinados tipos de câncer e distúrbios neurológicos, como o Alzheimer, o mal de Parkinson, a esclerose múltipla, e o declínio cognitivo geral.
 
Os pesquisadores usaram informações coletadas pelo instituto, que tem 40 anos de dados sobre os corredores e outros voluntários em boa forma.
 
A UT Southwestern tem uma parceria com o instituto, uma pesquisa de medicina preventiva e educativa sem fins lucrativos localizada no Cooper Aerobics Center para desenvolver um programa conjunto de pesquisa médico-científica com vista a melhorar a saúde e prevenir uma ampla gama de doenças crônicas.
 
O instituto mantém um dos bancos de dados mais extensos do mundo – conhecido como Cooper Center Longitudinal Study- que inclui informação detalhada de mais de 250 mil visitas à clínica que vêm sendo recolhidas desde que Kenneth Cooper fundou o instituto e a clínica em 1970.

quinta-feira, 9 de maio de 2013

Meditação Atenciosa

 
Trata-se de uma técnica simples de desencadear um estado de relaxamento profundo do corpo e mente. À medida que a mente se aquieta e permanece desperta você vai se beneficiar de um estado de consciência mais profundo e tranqüilo.

1. Antes de começar, encontre um local silencioso, no qual não será perturbado.

2. Sente-se e feche seus olhos.

3. Concentre-se na respiração, mas inspire e expire normalmente. Não tente controlar ou alterar a respiração deliberadamente. Apenas observe.

Ao observar a respiração, vai ver que ela muda. Haverá variações na velocidade, no ritmo e na profundidade, e pode ser que ela pare por um momento. Não tente provocar nenhuma alteração. Novamente, apenas observe.

Pode ser que você se desconcentre de vez em quando, pensando em outras coisas ou prestando atenção aos ruídos externos. Se isso acontecer, desvie a atenção para a respiração.
 
Se durante a meditação você perceber que está se concentrando em algum sentimento ou expectativa, simplesmente volte a prestar atenção na respiração.

Pratique esta técnica durante quinze minutos.
 
Ao final, mantenha os olhos fechados e permaneça relaxado por dois ou três minutos. Saia do estado de meditação gradualmente, abra os olhos e assuma sua rotina.

 
 
Sugerimos a prática da meditação atenciosa duas vezes ao dia, de manhã e no final da tarde. Se estiver irritado ou agitado, pode praticá-la por alguns minutos no meio do dia para recuperar o eixo.

Na prática da meditação você provavelmente terá uma das três experiências a seguir, mas deverá resistir à tentação de avaliar a experiência ou sua capacidade de seguir as instruções, porque as três reações são "corretas".

Você pode se sentir entediado ou inquieto, e a mente vai se encher de pensamentos. Isso significa que emoções profundas estão sendo liberadas. Se relaxar e continuar a meditar, vai eliminar essas influências do corpo e da mente.

Você pode cair no sono. Se isso acontecer durante a meditação, é sinal de que você anda precisando de mais horas de descanso.

Você pode entrar no intervalo dos pensamentos... além do som e da respiração.

Se descansar o suficiente, mantiver a boa saúde e devotar-se todos os dias à meditação, você vai conseguir um contato significativo com o self. Vai poder se comunicar com a mente cósmica, a voz que fala sem palavras e que está sempre presente nos intervalos entre um pensamento e outro. Essa é a sua inteligência superior ilimitada, seu gênio supremo e verdadeiro, que, por sua vez, reflete a sabedoria do universo. Tudo estará a seu alcance se confiar na sabedoria interior.

Fonte: Deepak Chopra - No livro Saúde Perfeita

segunda-feira, 6 de maio de 2013

O poder da gentileza



Segue um belo texto da repórter Ariana Pereira, do jornal Diário da Região, de São José do Rio Preto, São Paulo, sobre a gentileza.

Se você também apóia esta idéia, leia o texto dela aqui.

Teste de Stress




Para quem é bom no inglês, segue um teste para saber o seu seu nível de stress.

Direto do site do Rescue Remedy de Bach.

Clique
aqui para começar.

Em inglês também, temos um site muito interessante da revista
Real Simple: o Daily Zen. Você pode ler inspiradoras mensagens diárias, enviar zen-cartões para as pessoas ou simplesmente meditar um pouquinho. Respire profundamente e deixe que eles marquem o tempo para você !!

domingo, 5 de maio de 2013

Terapia Floral

O que é Terapia Floral?

Ao longo do tempo, o homem descobriu que certas ervas pareciam ter afinidades energéticas com determinados sistemas de órgãos do corpo, atuando não só a nível fisiológico, mas também a nível energético sutil.

A Terapia Floral, nos moldes que é apresentada hoje, foi resgatada na década de 30 pelo médico homeopata inglês, Dr. Edward Bach, sendo considerada um método auxiliar de tratamento energético, que visa restabelecer o bem estar físico e emocional do ser humano.

Atualmente é utilizada em mais de 50 países, contando com inúmeros sistemas (Florais de Bach, Alasca, Austrália, Califórnia, Minas, entre outros).

As essências florais não são remédios no sentido alopático, pois não contêm moléculas das substâncias medicinais específicas extraídas de folhas moídas. Se quimicamente analisadas, observaremos apenas a presença de água e de um conservante (brandy, vinagre de maçã ou glicerina vegetal) não havendo, portanto, nenhum princípio ativo físico que explique seu potencial curativo.

Assim como os remédios homeopáticos, elas também têm uma natureza vibracional, sendo bastante diluídas sob o ponto de vista físico, mas altamente potencializadas quando se trata de energia sutil existente, incorporando o padrão energético de cada flor.

Sendo assim, seu impacto final não é resultado da interação bioquímica direta no corpo. Na verdade, elas atuam nos diversos campos de energia que circundam o ser humano, atingindo os vários níveis de consciência, influenciando o bem estar mental, emocional e físico permitindo, assim, que o indivíduo penetre num estado de maior conscientização e em contato com sua verdadeira essência, processo este que é facilitado pela intervenção do terapeuta floral, através do processo terapêutico.

A Terapia Floral pode ser utilizada em bebês, crianças, adolescentes, adultos e idosos, não havendo qualquer contra-indicação.

É também utilizada com eficácia em plantas e animais, o que anula a crença de seus efeitos como placebo.
 
Por: Mônica Griesi  - Terapeuta floral

Metafísica da Saúde

METAFÍSICA DA SAÚDE Vol.1 - Vol.2 - Vol.3 - Vol.4
autor:Valcapelli e Luiz Gasparetto
A metafísica compreende o ser como um todo. A alma mobiliza os fenômenos psíquicos e do inconsciente brotam as emoções. Portanto, não se pode conceber que o foco do conflito seja puramente psicológico. As repressões estabelecidas por conceitos e valores absorvidos durante a vida não são a principal causa dos males físicos, mas sim os sentimentos nocivos que as pessoas cultivam em seu interior, como mágoas, ressentimentos, etc. Existem ainda as condições de autodepreciação, como falta de amor próprio, etc. Essas posturas internas desencadeiam mecanismos psicológicos e figuram entre as principais causas dos males orgânicos. A metafísica da saúde oferece uma visão holística dos mecanismos psicossomáticos. O corpo é o veículo de manifestação do ser e o referencial de expressão dos potenciais da alma. Cada parte do corpo reflete um conteúdo espiritual. Quando preservamos essas condições internas nós mantemos a saúde.
Vejamos agora, de forma resumida, o que alguns sistemas do corpo representam metafisicamente:
Sistema Respiratório: capacidade de interação com o ambiente. A saúde desse sistema é mantida quando a pessoa interage bem com o meio onde vive, sentindo-se parte integrante dele. Em geral, problemas respiratórios refletem as dificuldades para se inteirar com a vida e expressar-se diante das pessoas ao redor.
Sistema Circulatório: capacidade de fluir pela vida, fazer aquilo que a pessoa tem vontade, de modo a não gerar desarmonia no ambiente. Realizar tudo que for necessário para bem viver, para manifestar as idéias e realizar os objetivos. De modo geral, as doenças cardiovasculares refletem a maneira indevida com que as pessoas conduzem sua vida. Elas não preservam aquilo que brota do seu ser, reprimem-se diante dos obstáculos, ou ainda, substituem seu valores básicos, passando a viver em função de objetivos que não são verdadeiramente importantes ao seu ser.
Sistema Urinário: reflete o âmbito da parceria e relacionamento. É o referencial da habilidade de se relacionar: manifestar sentimentos, estabelecer laços afetivos e promover uma convivência feliz. A pessoa que apresenta complicações renais encontra muita dificuldade para estabelecer relacionamentos harmoniosos em sua vida.
Cada órgão que integra os sistemas do corpo possui uma representação metafísica. Conseqüentemente as doenças têm um fator emocional desestabilizado. Uma vez reparado o problema, através da consciência metafísica, a pessoa obterá condição internas favoráveis a sua completa recuperação.